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Leo Ladislau

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Leonardo Ladislau nasceu em Taboão da Serra, aos 29 de abril de 1977 e criou-se na metrópole paulistana, nos aconchegos da Vila Madalena. De menino, brincava com as letras, parodiando os sambas de enredo que ressoavam do barracão de sua escola, Pérola Negra. Já crescido, compôs diversos sambas, ao som dos quais desfilaram a sua (2004 e 2009) e muitas outras agremiações carnavalescas paulistas. Na década de 90, travou contato com a Literatura de Cordel.

Encantado pelo universo das Letras, em 2009, mudou-se para o interior do estado para cursar a Faculdade de Ciências e Letras da Unesp, em Assis. Escreveu seu primeiro folheto, Noel em Cordel, obra de caráter histórico e biográfico. Os folhetos O Negro que Venceu, Cartola em Cordel e agora “A História da Cerveja em Cordel” são textos literários do autor.

Do contato com a literatura em cordel enveredou-se pela xilogravura, técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem sobre o papel, de origem chinesa, sendo conhecida desde o Século VI. Popular no Brasil, se desenvolveu na literatura de cordel. Quase todos os xilógrafos brasileiros, provêm do cordel.

Produções

Léo Ladislau iniciou sua produção em xilogravura, a partir do contato com dois renomados xilógrafos brasileiros; Regina Drozina e Valdeck de Garanhuns, no evento agosto das letras, realizado em 2012 na cidade de Ourinhos/SP. A partir deste momento, ele produziu xilogravuras em três momentos marcantes, sendo: Primeira fase, onde estava no início de sua carreira, e inspirou-se em imagens do nordeste, devido às histórias que ouvia de sua mãe (Alagoana de Maceió). São imagens de mandacarus, caatingas, personagens simplórios que remetem à vida do sertanejo nordestino. Na segunda fase, buscou reproduzir imagens que lembram algumas viagens realizadas. Salvador, Rio de Janeiro, Barra do Sahy (sua praia predileta), e alguns sambas compostos por Dorival Caymmi e Manacéia também inspiram as xilogravuras de Leonardo Ladislau. A terceira e mais recente produção, intitulada “Sincretismo”, remete à sua fé religiosa. Deleite-se com a exposição que é uma produção independente do artista.